INTERNET JÁ É SEGUNDA MÍDIA DE MASSA NO BRASIL

Realizada semestralmente pelo Instituto Datafolha, a pesquisa F/Radar revelou que o número de internautas brasileiros chegou aos 64,5 milhões. Isso significa dizer que 48% de toda a população nacional maior de 16 anos já possui acesso à rede.
Os resultados mostraram, mais uma vez, que a renda da população não possui ligação direta com o acesso do brasileiro à internet, pois 28% acessaram a rede a partir de lan houses; 21% de computadores de amigos ou parentes; 13% do trabalho; e cerca de 10% a partir de faculdades e universidades.
A pesquisa concluiu que a frequência também aumentou – 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente com média de acessos de quatro dias nesse período.
Segundo Guilherme Ribenboim, diretor geral do Yahoo no país, esses dados também confirmam a rede como segunda maior mídia de massa brasileira. Essa informação é muito importante para justificar os investimentos na mídia online.
Já consagrada como ferramenta essencial para a pesquisa de produtos e serviços, a internet se mostra cada vez mais também como importante canal de relacionamento com consumidores. De acordo com a pesquisa, 26% dos internautas já publicaram opiniões na rede e 20% já efetuaram alguma reclamação online.
Fernand Alphen, diretor nacional de planejamento da F/Nazca, diz que as proporções que esse boca-a-boca virtual vem tomando serve de alerta para as marcas. "É cada vez mais necessário tomar atitudes corretas. As marcas precisam adotar uma postura de transparência (…) e funcionar de vez como a mídia que une o consumidor e o fideliza através de uma postura emocional", comenta.
Ribenboim ainda completa: "Medir o que se fala das marcas na rede terá de ser prática comum às empresas. As pessoas deixaram de levar em consideração apenas o que dizem os conteúdos formais para basear suas escolhas e decisões no que dizem os outros consumidores comuns".

Adaptado de ECOMMERCE TV.





GOOGLE QUER FATURAR NO VAREJO ONLINE

O Google está vendendo um produto especial de busca para o varejo online, em um esforço para obter novas fontes de receita. O Google Commerce Search, que a empresa anunciou quarta-feira, traz um elemento essencial para a experiência de compra em um site de varejo: a capacidade do consumidor para localizar mercadoria.
O Google quer operar capacidades de busca para sites de varejo em seus servidores, usando um canal de dados para os catálogos de cada grupo de varejo. Nitin Mangtani, gerente de produtos de busca para empresas do Google, disse que os varejistas poderiam economizar em infraestrutura e manutenção, porque o produto do é "em nuvem," o que significa que o software fica hospedado nas centrais de dados do Google e não nos servidores do grupo de varejo.
O produto de busca comercial é o mais recente exemplo de expansão do Google, do negócio de busca e publicidade na Internet para produtos de tecnologia dirigidos a clientes empresariais.
Van Baker, analista do Gartner, disse que um recente estudo de sua empresa constatou que poucos dos grandes grupos de varejo planejam mudar sua tecnologia básica de comércio eletrônico.
"Não há muitos indícios de que mudarão," disse Baker, falando sobre a tecnologia de comércio eletrônico em geral e não especificamente sobre funções de busca.