A simplicidade é o grau máximo da sofisticação. Leonardo DaVinci
Muitos sites almejam que os usuários distribuam seu conteúdo via redes sociais, e vários deles já oferecem recursos para facilitar o compartilhamento de informações. O site do The New York Times – que originalmente publicou esta matéria – por exemplo, oferece links para postar artigos no Twitter e outros serviços. O mesmo no site do Wall Street Journal.
Na web atual, induzir as pessoas a oferecer links se tornou um grande negócio, que conduz tráfego a um site e, com isso, eleva seu faturamento publicitário. Várias empresas oferecem seu catálogo de botões para compartilhamento a custo zero, e já vêm desenvolvendo maneiras de faturar com a venda de dados.
Saber quais usuários compartilham conteúdo, quais conteúdos e em que volume, pode ser bastante útil às empresas de conteúdo web e aos anunciantes que veiculam publicidade em seus sites. Não é nenhuma novidade que os criadores de conteúdo estão na corrida por exibir seu material aos chamados formadores de opinião. A diferença é a própria noção de "formador de opinião", que mudou radicalmente nos últimos 12 meses ou pouco mais.
No século passado, as organizações tradicionais de mídia batalhavam para expor seu conteúdo às elites, distribuindo cópias antecipadas a políticos e veículos de mídia. Na era do Twitter e do Facebook, qualquer pessoa pode fazer parte desta “elite” formadora de opiniões e se tornar o diretor de uma espécie de sociedade particular de admiração mútua.
Ao que parece, as pessoas perderam a capacidade de guardar as coisas para si e, quanto mais fácil for compartilhar links com os amigos, mais o farão. 
Leia também o artigo integral, traduzido por Paulo Migliacci.